UN commends Criminal Tribunal for former Yugoslavia, as final judgement is delivered

Source: United Nations 2

Jovica Stanišić and Franko Simatović were convicted by the court – part of the International Residual Mechanism for Criminal Tribunals (IRMCT) which took over from the ICTY – in 2021, for their roles training death squads accused of ethnic cleansing during the conflict that saw the breakup of the former Yugoslavia in the early 1990s.

The two were originally sentenced to 12 years by the court in 2021, but Wednesday’s appeal judgement against them, increased that to 15 years, on the grounds that they were “liable as members of a joint criminal enterprise for crimes committed by various Serb forces in Bosnia and Herzegovina in 1992”, as well as responsible for murder, in the same year.

Justice for the victims

In a statement, UN Spokesperson Stéphane Dujarric said that Secretary-General António Guterrestakes note of this appeal and extends his thoughts to the victims, and survivors and their families who have suffered from the crimes for which both defendants have been found guilty.”

The judgement marks the end of the final case relating to “core crimes” that the Mechanism inherited from the ICTY, which was established in 1993 to prosecute suspected war criminals.

The IRMCT Chief Prosecutor, Serge Brammertz, said that the decision demonstrated that the international community, “when united, can deliver justice to the victims and hold the most senior perpetrators responsible for their crimes.

Remembering the victims and survivors, and sheer courage of witnesses who have come forward, he added that there were still thousands of war crimes suspects throughout the former Yugoslavia, “who remain to be prosecuted.”

“We will continue our intensive efforts to provide assistance to national counterparts, to ensure that more justice is achieved for more victims.”

Truth triumphs

UN High Commissioner for Human Rights Volker Türk, also welcomed Wednesday’s final judgement, describing the outcome as a major step to establishing the truth and addressing impunity.

“The extraordinary work and legacy of the Mechanism and of the International Criminal Tribunal before it, have not only contributed to establishing truth, justice and accountability over the years but have also powerfully advanced international criminal justice standards globally,” Mr. Türk said.

Like the Secretary-General, the UN rights chief highlighted the courage, resilience and perseverance of survivors and families who, despite appalling trauma, never stopped seeking truth and justice.

“I want to praise, strongly, the survivors and their families, whose suffering is unimaginable but who persisted in demanding their rights,” he said.

He also stressed that many survivors and their families are still awaiting truth, justice and reparations.

Threats continue

Many victims continue to face threats, intimidation, hate speech and revisionist rhetoric, including rejection of the tribunals’ decisions; denials that crimes were committed; justification of atrocities; and the glorification of war criminals.

“Verdicts like today’s, remind us of an awful past to which we must never return.

He urged the authorities, “media outlets and people in Bosnia and Herzegovina, Croatia, Montenegro, Serbia, North Macedonia and Kosovo, to step up efforts to advance truth, justice, reparation and guarantees of non-recurrence.

“Revisionist narratives, genocide denial, divisive rhetoric and hate speech, from any quarter, are unacceptable.”

La disparidad en materia de empleo empeora mundialmente

Source: United Nations – in Spanish 4

Headline: La disparidad en materia de empleo empeora mundialmente

La agencia de la ONU para el trabajo alerta sobre una brecha de empleo cada vez más dispar entre países ricos y pobres, lo que empeora a su vez la desigualdad. El organismo aboga por una mayor financiación para las políticas de protección social, como pensiones de vejez, y que este tipo de medidas formen parte de la discusión sobre la reforma de la arquitectura financiera internacional.

‘Let’s Put the Ocean First’, Secretary-General Says in Message on World Day, Urging All to Keep Pushing for Conservation, Sustainable Use of Resources

Source: United Nations 4

Following is UN Secretary-General António Guterres’ message for the United Nations World Oceans Day, observed 8 June:

The ocean is the foundation of life.  It supplies the air we breathe and food we eat.  It regulates our climate and weather.  The ocean is our planet’s greatest reservoir of biodiversity.  Its resources sustain communities, prosperity and human health around the world.

Humanity counts on the ocean.  But can the ocean count on us?

We should be the ocean’s best friend.  But right now, humanity is its worst enemy.  Human-induced climate change is heating our planet, disrupting weather patterns and ocean currents, and altering marine ecosystems and the species living there.

Marine biodiversity is under attack from overfishing, over-exploitation and ocean acidification.  Over one third of fish stocks are being harvested at unsustainable levels.  And we are polluting our coastal waters with chemicals, plastics and human waste.

But this year’s World Oceans Day reminds us that the tides are changing.  Last year, we adopted an ambitious global target to conserve and manage 30 per cent of land and marine and coastal areas by 2030, as well as a landmark agreement on fisheries subsidies.

At the United Nations Ocean Conference in Lisbon, the world agreed to push for more positive ocean action.  A global, legally binding agreement to end plastic pollution is under negotiation.  And in March, countries agreed to the historic High Seas Treaty on the conservation and sustainable use of marine biodiversity in areas beyond national jurisdiction.

Realizing the great promise of these initiatives requires collective commitment.  Sustainable Development Goal 14 — to conserve and sustainably use the ocean’s resources — hangs in the balance.  This World Oceans Day, let’s keep pushing for action.  Today and every day, let’s put the ocean first.

Inteligência artificial é aposta para melhorar prevenção de desastres naturais

Source: United Nations – in Portuguese

Headline: Inteligência artificial é aposta para melhorar prevenção de desastres naturais

As grandes empresas de tecnologia podem contribuir com a meta Alertas Antecipados para Todos. Essa foi a conclusão de debates realizados no Congresso Meteorológico Mundial, que acontece em Genebra, na Suíça, até a sexta-feira.

Líderes do setor como Microsoft, Google, Meta, Amazon e Alibaba participaram de uma sessão de alto-nível sobre o uso da tecnologia na preparação para eventos ambientais e climáticos extremos.

Apoio a países em desenvolvimento

O secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, OMM, Petteri Taalas, disse que o desafio dos desastres naturais causados pela ação humana “devem ser enfrentados como uma joint venture dos setores público e privado”.

Segundo ele, existe um “número crescente” de empresas de tecnologia da informação interessadas em contribuir com o estabelecimento de sistemas de alertas antecipados em países em desenvolvimento.

O encontro reforçou que a inteligência artificial pode ter um papel importante na avaliação de riscos.

O plano estratégico da OMM para o período 2024 a 2027 incorpora elementos de ponta da inteligência artificial para impulsionar progressos rápidos em ciência e tecnologia.

OMM/Muhammad Amdad Hossain

Sunamganj, Bangladesh, um lugar frequentemente atingido por enchentes.

Projeto-piloto

A agência pretende implementar a ferramenta em um projeto-piloto de previsões do tempo de curto-prazo, ramo conhecido como nowcasting. O método consiste em uma descrição meteorológica detalhada do momento presente até 6 horas à frente.

O nowcasting tem como foco a necessidade de informações rápidas, atualizadas e de alta qualidade sobre tempestades, tornados, ventanias, nevascas chuva de granizo, dentre outros eventos climáticos.

Segundo Taalas, o uso da inteligência artificial pode significar um “apoio imensurável” para alertas precoces em várias áreas.

Durante o evento, as empresas do setor de tecnologia da informação assumiram compromissos com a agenda.

Compromissos das empresas

A Microsoft disse que a inteligência artificial e satélites de alta resolução podem ser usados para mapear populações em risco e na avaliação de danos pós-desastre, como foi o caso do terremoto na Turquia este ano.

O Google considera cooperar com a OMM realizando projetos-piloto sobre inundações em alguns países. Atualmente a empresa está trabalhando com a Rede de Informações em Saúde sobre Aquecimento Global, copatrocinada pela OMM.

A meta da iniciativa é combater o calor extremo e informar as pessoas sobre como se manter seguras e se proteger.

A Amazon disse estar comprometida em usar o poder do armazenamento de dados em nuvem para apoiar sistemas globais de alerta precoce. A empresa está apoiando o novo sistema de informação da OMM, que é a estrutura para o compartilhamento de dados meteorológicos, hidrológicos, climáticos e oceânicos.

Unsplash/RoonZ nl

Um monitor exibe o código do computador

A Meta declarou ter recursos de resposta a desastres desde 2014, alcançando milhões de pessoas em comunidades impactadas por crises em 125 países.

A empresa responsável por redes sociais como Facebook e Instagram citou ações como alertas de verificação de segurança, páginas de crise, e mecanismos de ajuda a comunidades afetadas.

Já o conglomerado de comércio digital Alibaba mencionou o uso de inteligência artificial para ajudar na prevenção e redução de desastres, com foco na Ásia.

Os exemplos citados pela empresa foram a convocação de embarcações de pesca em condições climáticas de tufão, limpeza de rios em temporada de enchentes e promoção da segurança urbana.

Crise au Soudan : plus de 1,6 millions de personnes déplacées par les affrontements

Source: United Nations – in French 2

Headline: Crise au Soudan : plus de 1,6 millions de personnes déplacées par les affrontements

Selon l’Organisation internationale pour les migrations (OIM), plus de 1,65 million de personnes ont été nouvellement déplacées, dont plus de 1,2 millions l’intérieur du pays et plus de 425.000 dans les pays voisins. Le décompte fait mardi par le Bureau de la coordination des affaires humanitaires des Nations Unies (OCHA), signalait près de 1,4 million de personnes dont environ 345.265 personnes réfugiés dans les pays voisins.

Selon l’Agence onusienne basée à Genève, la majorité des 1,2 millions de personnes déplacées internes quittent Khartoum (69%), suivi du Darfour occidental (21%), le Darfour méridional (8%), le Darfour du Nord, le Darfour central et le Kordofan du Nord.

La majorité des déplacés internes (65 %) ont fui vers les zones urbaines, tandis que le reste (34,7 %) s’est réfugié dans les zones rurales.

Les trois quarts des personnes déplacées cherchent à s’abriter chez des proches ou dans des communautés d’accueil.

4.000 à 5.000 personnes par jour traversent vers l’Egypte

Dans les pays voisins, les mouvements de flux mixtes continuent d’augmenter pour atteindre plus de 425.000 réfugiés.

« Selon le ministère égyptien des affaires étrangères, plus de 175.565 personnes sont entrées en Égypte depuis le Soudan le 29 mai », a indiqué l’OIM, relevant qu’il s’agit de 164.000 Soudanais, 6.000 rapatriés égyptiens et 5.565 ressortissants de pays tiers. Le nombre moyen d’arrivées quotidiennes est d’environ 4.000 à 5.000 personnes.

Au Tchad, près de 115.000 arrivées ont été enregistrées au 29 mai dont 90.000 Soudanais et pres de 25.000 non-Soudanais. Environ 24.699 rapatriés, dont 58% de femmes et 42% d’hommes, ont été enregistrés dans l’est du Tchad – de nouvelles arrivées se poursuivent à Wadi Fira, Quaddai et Sila.

Du côté de la frontière sud-soudanaise, le nombre de personnes ayant besoin d’une protection continue d’augmenter. Un nombre important de nouveaux arrivants faisant état de violences ciblant des civils fuyant le Soudan.

Plus de 90 % des arrivants enregistrés sont des Sud-Soudanais rentrant chez eux et la plupart sont enregistrés au point de passage frontalier de Juda, dans les États du Nil supérieur. Au 29 mai, plus de 85.000 nouveaux arrivants ont été enregistrés – dont près de 83.000 non-Soudanais.

En Ethiopie, près de 35.000 civils (98 % à Metema et 2 % à Kurmuk) sont arrivés du Soudan. Selon un décompte fait le 29 mai dernier par les autorités éthiopiennes, il s’agit de 5.000 Soudanais et près de 30.000 non-Soudanais de 70 nationalités différentes.

Entre coupures d’électricité et tarissement des fournitures médicales

L’OIM indique que les arrivées sont enregistrées par de multiples points de passage frontaliers dans les régions d’Amhara et de Benishangul Gumz en Ethiopie et surveillées par les points de contrôle des flux de l’OIM.

En République centrafricaine (RCA), près de 14.000 arrivées ont été enregistrées à la date du 24 mai. Il s’agit de 10.466 Soudanais et 3.456 non-Soudanais. La plupart des réfugiés sont originaires du sud du Darfour, plus précisément de Nyala et d’Um Dafoug, au Soudan.

Au 25 mai, plus de 1.245 arrivées ont été enregistrées à Al Kufra, en Libye – dont quelques 1.100 Soudanais. Depuis le 15 avril, 746 travailleurs migrants soudanais sont arrivés à Al Kufra via le Tchad, tandis que 99 Tchadiens, 3 Nigériens, 2 Nigérians, 3 Somaliens et 392 migrants soudanais sont arrivés du Soudan (via le Darfour et les États du Nord).

A l’intérieur du pays, des coupures d’électricité et une connectivité internet limitée continuent d’être signalées dans tout le pays, en raison des affrontements.

Alors que les rapports des médias font état de la poursuite des affrontements malgré la signature d’une trêve, les fournitures médicales s’épuisent dans tout le pays et les patients ne peuvent pas accéder aux établissements de santé pour recevoir un traitement.

Augmentation des prix du carburant et perturbation des chaînes d’approvisionnement

« À Ad Du’ayn (Darfour oriental), plus de 30 bébés sont morts depuis le début des combats, certains en raison du manque d’oxygène dû aux coupures d’électricité », a détaillé l’OIM dans son dernier rapport de situation humanitaire.

La plupart des centres de santé du Nord, du Sud et de l’Ouest du Kordofan seraient fermés, tandis que ceux qui fonctionnent manquent de fournitures et de personnel.

Par ailleurs, les prix des denrées alimentaires et des produits de base continuent d’augmenter, atteignant selon les rapports une hausse de 40 à 60 %. Les prix des carburants augmentent également, contribuant en partie à l’augmentation générale des prix dans le pays.

Selon l’OIM, l’augmentation des prix du carburant et la perturbation des chaînes d’approvisionnement continueront non seulement à avoir un impact direct sur les opérations dans le pays, mais aussi dans les pays voisins, puisque l’OIM Tchad et l’OIM République centrafricaine (RCA) font état « de difficultés opérationnelles dues soit à la pénurie de carburant, soit à l’augmentation des coûts du carburant ».

Dans ce contexte, le Programme alimentaire mondial (PAM) a aidé quelque 675.000 personnes à travers le Soudan depuis la reprise de ses activités. Samedi, le PAM a commencé à distribuer de la nourriture à Khartoum.  Tant que la situation sécuritaire le permettra, l’agence prévoit d’atteindre au moins un demi-million de personnes ayant besoin de nourriture dans la capitale, Khartoum.

Desempleo, trata en Colombia, migrantes en Honduras… Las noticias del miércoles

Source: United Nations – in Spanish 4

Headline: Desempleo, trata en Colombia, migrantes en Honduras… Las noticias del miércoles

El desempleo mundial volverá este año a niveles anteriores a la pandemia

Las cifras globales de desempleo volverán a niveles anteriores a la pandemia en 2023, según las últimas estimaciones de la Organización Internacional del Trabajo que advierte de que la disparidad entre países ricos y pobres se agrava.

El desempleo mundial bajará ligeramente hasta llegar a 191 millones de personas, lo que corresponde a una tasa del 5,3%, una décima menos que en 2022.

La mejora se debe “a una resiliencia mayor a la esperada del mercado laboral de los países de ingreso alto frente a la desaceleración económica”. Sin embargo, en los países en desarrollo, la respuesta a las múltiples crisis se ve limitada por la inflación y los tipos de interés elevados, junto con un riesgo creciente de endeudamiento. Por ello, no se espera que el desempleo en los países de ingresos bajos en general y en África y los Estados Árabes recupere en 2023 los niveles anteriores a la pandemia.

Otras regiones sí han logrado reducir sus tasas de manera substancial, por debajo de los niveles anteriores a la crisis: 6,7% en América Latina y el Caribe (8% en 2019), 6,3% en Europa del Norte, Meridional y Occidental (7% en 2019).

El aumento del reclutamiento de niños por parte de grupos armados en Colombia es “motivo de grave preocupación”, dice una experta de la ONU que pide al Gobierno medidas urgentes.

La trata de personas, especialmente de niños, niñas y adolescentes, por parte de grupos armados no estatales y organizaciones criminales sigue socavando la consolidación de la paz en Colombia, advierte Siobhán Mullally, relatora especial sobre la trata de personas, en una declaración tras una visita de nueve días a Colombia.

“Los niños, niñas y adolescentes son los más afectados y el aumento del reclutamiento y la utilización de niños por grupos armados en los últimos años es motivo de grave preocupación”, afirma. “El Gobierno debe avanzar urgentemente en la adopción de medidas para impedir el reclutamiento y la utilización de todos los menores de 18 años, especialmente en las zonas de conflicto”.

La mayoría de las víctimas de trata son afrocolombianos de zonas rurales, indígenas y migrantes venezolanos. Las mujeres y las niñas están expuestas a la trata con fines de explotación sexual.

“Es imperativo que la trata de personas forme parte de las discusiones de la Política de Paz de Colombia”, sostiene Mullaly, que también pide al Gobierno abordar los retrasos en el acceso a la documentación y la obtención del estatuto de protección para los migrantes venezolanos, y que financie a las autoridades territoriales para que puedan asistir a las víctimas. 

La ONU pide a Honduras que extienda la amnistía a los inmigrantes 

© PMA/Julian Frank

En Honduras, la ONU pide al Congreso que extienda la amnistía que exonera del pago de una multa administrativa de más de 200 dólares a los migrantes que ingresen irregularmente al país.

Nicola Graviano, jefe de misión de la Organización Internacional para las Migraciones, dijo en un mensaje en su cuenta de Twitter que la amnistía ha sido “de gran ayuda” evitando que los migrantes “tengan que pasar por puntos ciegos” y disminuyendo así “las vulnerabilidades a las que se enfrentan”. “La extensión es vital para un tránsito más seguro y digno”, sostuvo, recordando que la amnistía es una medida coherente con lo establecido en el Pacto Mundial para la Migración.

Según un comunicado de la Red Humanitaria de Honduras, de la que forman parte las agencias de las Naciones Unidas, en 2022 las autoridades hondureñas registraron el ingreso irregular de 188.858 personas, una cifra récord.

Esta tendencia se ha mantenido en aumento en 2023. Durante los primeros cinco meses de este año, se ha registrado el ingreso irregular de más de 100.000 refugiados y migrantes, esto es tres veces el número registrado en el mismo período del año anterior.

El decreto legislativo de amnistía fue aprobado en agosto de 2022 y a finales de noviembre el Parlamento aprobó una ampliación hasta el 1 de junio de 2023.

Guterres, “profundamente preocupado” por la Ley contra la Homosexualidad en Uganda

FMI/Esther Ruth Mbabazi

El Secretario General está profundamente preocupado por la promulgación de la Ley contra la Homosexualidad en Uganda. La ley prevé la aplicación de la pena de muerte y largas penas de prisión por actos consentidos entre adultos.

“Esta ley aumenta el riesgo de que empeoren la violencia y la persecución a las que ya se enfrentan lesbianas, gays y bisexuales en Uganda”, dijo António Guterres en un comunicado.

El Secretario General pide a Uganda y a todos los Estados miembros que respeten plenamente sus obligaciones internacionales en materia de derechos humanos y pongan fin a la penalización de las relaciones consentidas entre personas del mismo sexo.

Consequences from Plastic Pollution Catastrophic, but Solutions Possible ‘If We Act Now’, Secretary-General Stresses in Message on World Environment Day

Source: United Nations 4

Following is UN Secretary-General António Guterres’ message for World Environment Day, observed 5 June:

This World Environment Day is a call to beat plastic pollution.

Every year, over 400 million tons of plastic is produced worldwide — one third of which is used just once.  Every day, the equivalent of over 2,000 garbage trucks full of plastic is dumped into our oceans, rivers and lakes.

The consequences are catastrophic.  Microplastics find their way into the food we eat, the water we drink, and the air we breathe.  Plastic is made from fossil fuels — the more plastic we produce, the more fossil fuel we burn, and the worse we make the climate crisis.

But we have solutions.  Last year, the global community began negotiating a legally binding agreement to end plastic pollution.  This is a promising first step, but we need all hands on deck.

A new report by the United Nations Environment Programme shows that we can reduce plastic pollution by 80 per cent by 2040 if we act now to reuse, recycle, reorient and diversify away from plastics.

We must work as one — Governments, companies, and consumers alike — to break our addiction to plastics, champion zero waste and build a truly circular economy.  Together, let us shape a cleaner, healthier and more sustainable future for all.

Crises econômicas prejudicam perspectivas de emprego em países de baixa renda

Source: United Nations – in Portuguese

Headline: Crises econômicas prejudicam perspectivas de emprego em países de baixa renda

Os crescentes níveis de dívida, combinados com a alta inflação e o aumento das taxas de juros, criam dificuldades para quem busca emprego nos países em desenvolvimento. A conclusão é de um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização Internacional do Trabalho, OIT.

No estudo, a agência aponta que, enquanto nos países de alta renda apenas 8,2% das pessoas dispostas a trabalhar estão desempregadas, esse número sobe para mais de 21% em países de baixa renda.

Recuperação difícil

Segundo o levantamento, os países de baixa renda que possuem endividamentos maiores são os mais afetados, com mais de uma em cada quatro pessoas que querem trabalhar incapazes de garantir um emprego.

© KANBAOCU/Clifford Amoah Adage

Mulher vende sabonetes caseiros em Gana como parte de um projeto da ONU para melhorar os meios de subsistência.

A diretora-geral assistente de Emprego e Proteção Social da OIT, Mia Seppo, disse que era esperado que o desemprego global voltasse aos níveis pré-pandêmicos, com uma taxa projetada de 5,3% em 2023, equivalente a 191 milhões de pessoas.

No entanto, é improvável que os países de baixa renda, especialmente os da África e da região árabe, vejam tais quedas no desemprego este ano.

Segundo Mia Seppo, a lacuna global de empregos em 2023, que se refere àqueles que querem trabalhar, mas não têm emprego, deve aumentar para 453 milhões de pessoas, com as mulheres 1,5 vezes mais afetadas do que os homens.

África mais atingida

A agência da ONU indica também que o mercado de trabalho africano foi o mais atingido durante a pandemia, o que explica o ritmo lento de recuperação no continente.

Segundo o relatório, ao contrário das nações ricas, o sobre-endividamento em todo o continente e um espaço fiscal e político muito limitado impede que países africanos implementem pacotes de estímulo abrangentes para estimular a recuperação econômica.

Proteção social

Mia Seppo enfatiza que sem melhoria nas perspectivas de emprego das pessoas, não haveria uma recuperação econômica e social sólida. Ela adiciona que o investimento em redes de segurança social para aqueles que perdem seus empregos é fundamental, embora geralmente insuficiente em países de baixa renda.

De acordo com a pesquisa da agência, aumentar a proteção social e expandir as aposentadorias aumentaria o Produto Interno Bruto, PIB, per capita em países de baixa e média rendas em quase 15% ao longo de uma década.

© ILO/Abdulhakeem Obadi/Gabreez

Dois trabalhadores tecem tecidos tradicionais no Iêmen.

Benefício de investimento social

O custo anual de tais medidas seria de cerca de 1,6% do PIB, considerado um investimento “grande, mas não intransponível”. Seppo sugere que o montante seja financiado por uma mistura de contribuições sociais, impostos e apoio internacional.

Ela adiciona que “existe um ganho econômico em investir em proteção social”, afirmando a necessidade de criar espaço fiscal para o investimento social em países de baixa renda “com urgência como parte da discussão global em andamento sobre a reforma da arquitetura financeira internacional”.

Futuro do trabalho

Embora a divisão de desempregados projetada pelo relatório seja preocupante, ela pode ser evitada, afirma a representante da OIT. Para ela, a ação concertada correta sobre empregos e financiamento da proteção social poderia apoiar a recuperação e reconstrução.

Ao pedir melhorias da capacidade de desenvolver “políticas de mercado de trabalho coerentes e informadas por dados” que protejam os mais vulneráveis, ela avalia que as iniciativas devem ter ênfase na qualificação da força de trabalho para prepará-la para um trabalho mais verde e mais digital.

Condemning Military Satellite Launch by Democratic People’s Republic of Korea, Secretary-General Calls on Government to Cease Activity, Resume Dialogue

Source: United Nations 4

The following statement was issued today by the Spokesman for UN Secretary-General António Guterres:

The Secretary-General strongly condemns the military satellite launch conducted by the Democratic People’s Republic of Korea.

Any launch using ballistic missile technology is contrary to the relevant Security Council resolutions.

The Secretary-General reiterates his call on the Democratic People’s Republic of Korea to cease such acts and to swiftly resume dialogue to achieve the goal of sustainable peace and the complete and verifiable denuclearization of the Korean Peninsula.

Burundi : plus de 10.000 personnes déplacées par des inondations dévastatrices

Source: United Nations – in French 2

Headline: Burundi : plus de 10.000 personnes déplacées par des inondations dévastatrices

Selon l’Organisation internationale pour les migrations (OIM), les habitants ont été contraints de chercher refuge dans des écoles, des églises ou parfois dans des abris de fortune improvisés au bord de la route dans la zone rurale de Gatumba, dans la province de Bujumbura. En plus de perdre leur maison, beaucoup ont perdu leurs moyens de subsistance car les inondations ont détruit les récoltes et endommagé les commerces.

Cette situation fait suite au déplacement de 1.000 ménages dans la même zone en avril 2023, selon la matrice de suivi des déplacements (DTM) de l’OIM.

« Les conséquences des catastrophes d’origine climatique requièrent une assistance continue et vitale pour les communautés affectées, et plus particulièrement pour les personnes déplacées internes. Un soutien financier est nécessaire de manière urgente pour aider les plus vulnérables et ne laisser personne de côté », a déclaré dans un communiqué, Vijaya Souri, Cheffe de mission de l’OIM au Burundi.

Ces dernières semaines, des pluies torrentielles ont provoqué des inondations dévastatrices dans la région des Grands Lacs de l’Afrique de l’Est, affectant non seulement le Burundi mais aussi la République démocratique du Congo (RDC) et le Rwanda, déplaçant des milliers de personnes et provoquant des décès.

© UNICEF/Karel Prinsloo

Plus de 10.000 personnes déplacées par des inondations dévastatrices

Le risque de maladies hydriques

Au niveau mondial, le Burundi fait partie des 20 pays les plus vulnérables au changement climatique, a souligné l’OIM, relevant que la situation pourrait s’aggraver car le changement climatique intensifie l’occurrence et l’impact des aléas naturels.

Avec l’épidémie de choléra qui a éclaté au Burundi en janvier 2023, les risques de santé publique pour les personnes déplacées et hébergées dans des zones surpeuplées, souvent sans accès adéquat aux infrastructures de base en matière d’eau, d’assainissement et d’hygiène, sont sérieusement aggravés.

Près de la moitié des 187 cas confirmés dans la province de Bujumbura au 4 mai 2023 se trouvaient dans la région de Gatumba, et une personne est décédée, selon le Bureau de la coordination des affaires humanitaires des Nations Unies (OCHA). Les enfants sont particulièrement touchés, car les écoles ont été transformées en abris, ce qui a interrompu les cours.

Certains habitants de Gatumba ont été déplacés à plusieurs reprises ces dernières années, notamment en raison de fortes inondations en 2020 et 2021. La récurrence des catastrophes d’origine climatique au Burundi, combinée à l’augmentation du coût de la vie, continue d’entraver la résilience des populations affectées.

En tant que chef de file du secteur des abris et des articles non alimentaires, l’OIM travaille en étroite collaboration avec le gouvernement du Burundi et d’autres acteurs humanitaires pour fournir des abris et des articles non alimentaires à la population déplacée.

« Les populations déplacées ont un besoin urgent d’aide humanitaire, notamment d’abris, de nourriture, d’articles non alimentaires et de protection », a conclu l’OIM relevant que sans soutien aux populations déplacées, d’autres catastrophes d’origine climatique pourraient rapidement s’intensifier et aggraver les situations d’urgence existantes.